São Paulo, 30 de junho de 2026. A HelloSafe publica a primeira edição do seu Relatório do Mercado de Seguro Viagem. O mercado brasileiro de seguro viagem somou R$ 965 milhões em prêmios em 2024 (dados da SUSEP via CNSEG), alta de 13,1% no ano e a poucos passos de R$ 1 bilhão. São Paulo, sozinho, respondeu por R$ 728 milhões desse total, o que mostra o quanto o mercado ainda está concentrado. O mercado global, para contexto, foi estimado entre US$ 24 e 27 bilhões em 2024. Este relatório abre nessa escala e depois desce: como o mercado se divide, quem carrega o risco, como ele é vendido, e para onde vai cada real do prêmio.
A assinatura brasileira mistura os dois mundos: o produto ainda gira em torno do médico e da assistência de emergência (repatriação, hospitalização no exterior), mas a distribuição já é digital, puxada pelas agências de viagem online (como a Decolar), pelos bancos e pelos comparadores (como a SegurosPromo). Os corretores continuam sendo a espinha dorsal regulada do setor. Apenas cerca de 30% dos brasileiros que viajaram contrataram um seguro viagem em 2022 (estimativa), ante cerca de 20% em 2019, um avanço real mas que ainda deixa a maior parte dos viajantes descoberta.
O relatório segue o dinheiro e mapeia a cadeia de valor, das seguradoras que retêm o risco aos gestores, empresas de assistência e distribuidores que constroem e vendem a cobertura. Ele mantém uma regra: cada número é marcado por nível de confiabilidade, da fonte primária à ordem de grandeza. Onde os dados públicos param, a HelloSafe recorre à sua própria medição, um motor de cotação multimercado e a plataforma de distribuição Atlas.
Um mercado que se aproxima de R$ 1 bilhão
Primeiro, o tamanho. O mercado brasileiro de seguro viagem somou R$ 965 milhões em prêmios em 2024, com São Paulo concentrando a maior parte do volume.
Em R$ 965 milhões (SUSEP via CNSEG, fonte primária), o mercado brasileiro cresceu 13,1% em relação ao ano anterior e está a menos de R$ 35 milhões de cruzar a marca de R$ 1 bilhão. São Paulo sozinho respondeu por R$ 728 milhões, ou seja, mais de três quartos do total nacional, um reflexo direto de onde estão concentrados a renda, os aeroportos internacionais e os grandes bancos e agências que distribuem o produto. O restante deste relatório desce a partir desse número: como o mercado se divide, quem carrega o risco, como ele é vendido, e quão rentável ele é.
O crescimento não para por aí. Pesquisas de mercado projetam uma expansão global de cerca de 18% ao ano até o fim da década, o que colocaria o mercado mundial no caminho de mais que dobrar até o início dos anos 2030. Quatro forças racionais sustentam esse ritmo, e valem também para o Brasil. Primeiro, o custo das viagens continua subindo, e como a apólice é precificada como uma fração do valor da viagem, os prêmios sobem junto. Segundo, o seguro está cada vez mais embutido direto na compra da passagem ou do pacote, com taxas de adesão crescendo a cada finalização de compra. Terceiro, a penetração ainda tem muito espaço para crescer: com apenas cerca de 30% dos viajantes brasileiros segurados, cada ponto percentual conquistado amplia o mercado. Quarto, a inflação médica no exterior e a exigência de seguro para certos vistos empurram os viajantes para limites de cobertura médica mais altos, e mais caros. Mesmo descontando os modelos mais otimistas, a direção é clara: um mercado crescendo várias vezes mais rápido que o próprio volume de viagens.
O total global é uma estimativa de pesquisa de mercado (Allied Market Research US$ 23,8 bi, Grand View US$ 27,05 bi para 2024); as barras por mercado combinam associações nacionais e pesquisas de mercado, com escopos harmonizados para comparação. No Brasil, a SUSEP via CNSEG registrou R$ 965 milhões em prêmios em 2024 (alta de 13,1%), equivalente a cerca de US$ 0,48 bi nesta tabela comparativa. A projeção de crescimento de ~18% ao ano é uma estimativa de pesquisa de mercado (a Allied projeta um CAGR de 18,4% até 2034), não uma previsão da HelloSafe.
No Brasil, o foco ainda é o médico e a assistência
O produto brasileiro se organiza em torno de um risco central: o atendimento médico de emergência e a repatriação em caso de problema no exterior.
Diferente dos Estados Unidos, onde o cancelamento da viagem domina o produto, no Brasil a cobertura médica e a assistência de emergência (repatriação, hospitalização) seguem como o motivo de compra mais citado, sobretudo para vistos que exigem comprovação de seguro e para destinos sem acordo de reciprocidade com o SUS. O mercado somou R$ 965 milhões em prêmios em 2024, com São Paulo respondendo por R$ 728 milhões desse total, o que reforça como a compra ainda está ligada aos grandes centros urbanos e aos aeroportos internacionais.
Quantos viajantes realmente contratam seguro
As diferenças entre países são grandes, e elas mostram o espaço que o setor ainda tem para crescer no Brasil.
Apenas cerca de 30% dos brasileiros que viajaram contrataram um seguro viagem em 2022 (estimativa), ante cerca de 20% em 2019, um avanço real mas ainda distante do Reino Unido (78%) ou da Suécia (88%). A cobertura de saúde doméstica confunde a mensagem por aqui, mesmo raramente acompanhando o viajante no exterior. O prêmio médio de uma viagem internacional fica entre R$ 117 e R$ 341 (pesquisa de preços de 2020, usada como referência). Cada ponto percentual de penetração conquistado é um mercado que se amplia.
A cadeia de valor: quem faz o que
Por trás de uma única apólice de seguro viagem existem quatro negócios diferentes. Confundi-los é o erro mais comum sobre esse mercado.
A marca que o viajante vê, uma companhia aérea, uma agência online, um banco, um comparador, quase nunca é a empresa que carrega o risco. O risco fica com uma seguradora; entre as duas pontas estão os gestores que constroem e administram o produto e as empresas de assistência que atendem o telefone às 2 da manhã no exterior. Entender o mercado significa separar essas camadas.
| Camada | O que fazem | Quem são |
|---|---|---|
| Seguradoras (risk carriers) | Retêm o risco no balanço patrimonial e pagam os sinistros | Allianz, AXA, Zurich, AIG, Generali, Chubb, Munich Re / Great Lakes |
| Gestores e MGAs | Desenham, precificam e administram o produto sobre o papel de uma seguradora, sem carregar o risco | Cover-More, Trawick, IMG, Seven Corners, Tin Leg, battleface |
| Empresas de assistência | Operam a rede 24 horas de atendimento médico, evacuação e repatriação, e cuidam dos sinistros | Assist Card, Universal Assistance, Coris, Europ Assistance, Allianz Partners, AXA Partners |
| Distribuidores | Vendem a cobertura ao viajante, geralmente no momento da compra | Agências online, companhias aéreas, agências de viagem, bancos e cartões, comparadores, insurtechs embarcadas |
Um MGA (managing general agent) desenha, precifica e administra um programa sobre o papel de uma seguradora sem reter o risco; uma empresa de assistência opera a rede médica e de repatriação; um administrador terceirizado cuida dos sinistros. Um mesmo grupo pode acumular vários papéis.
As seguradoras e assistências por trás das marcas
O risco se concentra em uma lista curta de seguradoras e grupos de assistência globais, tanto no Brasil quanto no mundo, e a consolidação acelera.
No Brasil, a AIG Seguros liderou o mercado em 2024, seguida pela Porto Seguro em segundo lugar. Do lado da assistência, um pequeno grupo de redes responde pela maior parte dos atendimentos no exterior: Assist Card, Universal Assistance e Coris são as mais conhecidas, ao lado de nomes internacionais como Allianz.
No cenário global, o grande movimento do ano foi a consolidação. Em dezembro de 2024, a Zurich comprou o negócio global de viagem pessoal da AIG, o Travel Guard, por cerca de US$ 600 milhões mais um earn-out, incorporando-o à Zurich Cover-More, que hoje atende mais de 20 milhões de clientes por ano através de mais de 200 parceiros. A Allianz Partners segue como a maior seguradora de viagem do mundo em volume e, algo raro entre os grandes grupos, divulga uma linha específica de viagem: cerca de US$ 3,5 bilhões em 2024, dentro de uma receita total de aproximadamente US$ 11 bilhões, com o braço de assistência e mobilidade sozinho registrando cerca de US$ 3,6 bilhões.
A maioria das marcas que o consumidor conhece não carrega nada disso sozinha; elas alugam um balanço patrimonial, como mostra a tabela abaixo.
| Marca ao consumidor | Quem carrega o risco | Mercado |
|---|---|---|
| American Express card travel | New Hampshire Insurance Co (AIG) | Estados Unidos |
| Travel Insured International | US Fire Insurance (Crum & Forster) | Estados Unidos |
| Post Office (UK) | Great Lakes (Munich Re) | Reino Unido |
| Nationwide FlexPlus | Aviva | Reino Unido |
Os vínculos com seguradora nomeada são verificados a partir de divulgações de emissores e seguradoras.
Como o brasileiro compra: os canais estão ficando digitais
Agências de viagem online e bancos lideram a distribuição no Brasil. Por trás deles, os canais digitais puxam o mercado.
No Brasil, agências de viagem online como a Decolar disputam espaço com os bancos na venda de seguro viagem, enquanto comparadores como a SegurosPromo ganham espaço entre viajantes que pesquisam preço antes de comprar. Os corretores continuam sendo a espinha dorsal regulada do setor, essenciais para produtos mais complexos e vendas corporativas. No cenário internacional, entre 2022 e 2024, os agregadores online cresceram 49,4% e a venda direta ao consumidor 46,6%, muito mais rápido que os agentes tradicionais (alta de 22,8%, para US$ 762,8 milhões, a única cifra pública por canal). Na finalização da compra, as taxas de adesão chegam a 18-24% nas agências online e 15-19% nas companhias aéreas (Mordor Intelligence).
A onda do seguro embutido
A mudança mais rápida acontece no momento da compra, onde o seguro está virando um recurso da reserva em vez de um produto separado.
Segundo o benchmark da Ancileo, 100% das quarenta maiores companhias aéreas do mundo ofereciam seguro viagem em 2025, ante 70% em 2022, e 90% delas já incorporam a oferta direto no fluxo de compra da passagem. Os mecanismos também estão amadurecendo: 58% apresentam o seguro como uma escolha ativa (opt-in), 39% como uma escolha obrigatória, e apenas 3% como uma caixa pré-marcada, uma prática em declínio sob pressão regulatória.
Para onde vai cada real do prêmio
Uma pergunta que o mercado evita: de cada real de prêmio, quanto volta para o viajante? O Brasil não publica esse número de forma isolada. A Europa publica, e a resposta reenquadra o mercado.
A leitura mais clara é a do regulador europeu. De cada dólar de prêmio, a decomposição da EIOPA devolve cerca de 40% em sinistros para os viajantes, 24% em comissão para quem vendeu a apólice, 20% em custos próprios da seguradora, e 15% em lucro líquido de subscrição. O seguro viagem paga menos em sinistros do que o seguro geral de não-vida (cerca de 53%), mas gera uma margem maior (15% contra 10%). É, estruturalmente, um dos produtos mais rentáveis que um vendedor pode agregar a uma reserva.
O regulador britânico torna isso ainda mais evidente. Segundo os dados de 2024 da FCA sobre medidas de valor, o seguro viagem de viagem única vendido como complemento pagou apenas 23,6% do prêmio em sinistros, o menor índice entre todas as linhas de seguro geral, contra 54,4% no seguro de automóveis. A ABI relata que seus membros pagaram cerca de US$ 600 milhões em mais de 500 mil sinistros de viagem em 2024, sendo o atendimento médico um terço dos sinistros em quantidade mas 55% em valor, com média de aproximadamente US$ 1.950 por sinistro (dado internacional, mantido como referência do Reino Unido).
No Brasil, o seguro viagem é regulado pela SUSEP e pelo CNSP (sob a Lei 4.594/1964, que rege a atividade de corretagem, e a Resolução CNSP 297/2013, que trata das vendas de seguro embutido, os chamados 'seguros massificados'), mas não há uma decomposição pública equivalente à europeia mostrando quanto do prêmio volta em sinistros. Assim como nos Estados Unidos, o maior mercado do mundo também é o mais opaco sobre a própria economia, e é exatamente onde entra a medição própria da HelloSafe.
Os números da EIOPA são médias da UE em nível de regulador (dados de 2017, publicados em 2019), apresentados como frações do prêmio; eles indicam a ordem de grandeza, não uma divisão específica do Brasil ou dos Estados Unidos. Os canais de comparadores e de venda embutida tiveram comissões bem mais altas, com média de 35% e picos de 89%. Nenhum índice de sinistralidade isolado para viagem é publicado no Brasil.
O motor das comissões
Por que todo mundo quer vender seguro viagem? Porque ele paga uma margem que poucos produtos oferecem.
As comissões por canal no Brasil permanecem privadas, definidas em acordos de distribuição confidenciais, mas a estrutura é clara e segue o padrão internacional. Estimativas do setor colocam os agentes tradicionais entre 20% e 37% do prêmio, as plataformas online entre 20% e 40%, as companhias aéreas de serviço completo perto de 24% e as companhias aéreas de baixo custo frequentemente acima de 50%. As seguradoras que vendem direto mantêm essa margem internamente. É por isso que a agência online, a companhia aérea e o cartão disputam a venda: é receita acessória de alta margem.
Os números europeus (EIOPA) e britânicos (FCA) são de nível regulatório; as faixas por canal são estimativas do setor a nível internacional, não valores brasileiros verificados.
Um mercado em consolidação e concentrado
Por trás da longa lista de marcas, a propriedade está se concentrando.
Onde existe uma fonte independente, a concentração é alta: as cinco maiores seguradoras da Espanha detêm 67% dos prêmios, e as dez maiores, 93%. No Brasil, o mercado também é concentrado, com a AIG Seguros na liderança em 2024 e a Porto Seguro em segundo lugar. A consolidação é a direção do setor no mundo todo, da compra do Travel Guard pela Zurich à saída total da nib da subscrição de viagem na Austrália e Nova Zelândia, com a World Nomads vendida a IMG. Um número amplamente citado que colocaria as cinco maiores dos Estados Unidos perto de 40% dos prêmios é de fonte única (fornecedor) e não é tratado aqui como fato.
Números de concentração: a Espanha vem do DBK Observatório (pesquisa de mercado); o número de ~40% para as cinco maiores dos Estados Unidos é uma estimativa de fornecedor único com risco de circularidade, sinalizada e não destacada como manchete.
Os 15 mercados, com o Brasil em destaque
Tamanho, percentual de viajantes segurados, principal canal e produto dominante. O Brasil destacado na tabela.
| Mercado | Tamanho | Viajantes segurados | Principal canal | Produto dominante |
|---|---|---|---|---|
| Estados Unidos | US$ 5,56 bi | ~40% | Agências online e companhias aéreas | Cancelamento de viagem |
| China | US$ 2,5 bi | ~20% | Agências online e super-apps | Médico e micro-cobertura |
| Reino Unido | US$ 2,0 bi | ~75% | Comparadores | Médico e assistência |
| Japão | US$ 1,7 bi | ~50% | Agências e balcões | Médico e assistência |
| Austrália | US$ 1,5 bi | 86% | Direto e comparadores | Médico e assistência |
| Índia | US$ 1,3 bi | ~25% | Corretores e bancassurance | Médico (visto) |
| Coreia do Sul | US$ 0,9 bi | ~60% | Insurtech (Kakao Pay) | Médico e assistência |
| Alemanha | US$ 0,85 bi | ~54% | Corretores e agências | Cancelamento |
| Itália | US$ 0,77 bi | ~30% | Agências | Médico e assistência |
| México | US$ 0,65 bi | ~25% | Agentes e corretores | Médico e assistência |
| Emirados Árabes Unidos | US$ 0,57 bi | ~70% | Corretores e bancos | Médico (visto) |
| Brasil | US$ 0,48 bi | ~30% | Agências online e bancos | Médico e assistência |
| Holanda | US$ 0,47 bi | ~80% | Seguradoras diretas | Médico (apólice anual) |
| Espanha | US$ 0,32 bi | ~24% | Agências online e embutido | Médico e assistência |
| Suíça | US$ 0,31 bi | ~75% | Cartões e clubes automobilísticos | Cancelamento e assistência |
| Singapura | US$ 0,25 bi | ~70% | Seguradoras diretas | Médico e assistência |
Fontes: associações nacionais e pesquisas de mercado, 2024. Escopos harmonizados para comparação. A tabela mantém os valores em dólares americanos (US$) por ser um ranking global; o dado nacional do Brasil em reais (R$ 965 milhões, SUSEP via CNSEG) aparece nas seções anteriores deste relatório.
As regras do jogo
A regulação molda tanto o que é vendido quanto o que é divulgado, e o contraste entre mercados é marcante.
No Brasil, o seguro viagem opera sob a supervisão da SUSEP e do CNSP. A atividade de corretagem segue a Lei 4.594/1964, que estabelece a corretagem como profissão regulada e a espinha dorsal da distribuição. Já a venda de seguros embutidos (embarcados em passagens, pacotes e reservas) segue a Resolução CNSP 297/2013, que disciplina os chamados seguros massificados e abriu caminho para bancos, agências online e outros parceiros venderem cobertura no ato da compra.
O cenário internacional mostra contrastes úteis. Nos Estados Unidos, o seguro viagem opera sob o Travel Insurance Model Act (#632) da NAIC, que criou uma licença de 'linhas limitadas' de baixa exigência e uma função de 'varejista de viagem' registrado para que agências e agências online possam vender no momento da compra, mas sem índice mínimo de sinistralidade, o que mantém a economia do setor pouco transparente. Já a Europa vai na direção oposta: pela Diretiva de Distribuição de Seguros, todo distribuidor, incluindo uma agência de viagem, precisa se registrar, e tanto a EIOPA quanto a FCA britânica já escrutinaram publicamente o quanto pouco a cobertura de viagem vendida como complemento realmente paga. Essa diferença de transparência entre os blocos é, em si, um dos achados deste relatório.
O que a HelloSafe mede
O mapa tem pontos cegos claros, e eles se repetem em todo lugar: os números que a distribuição guarda para si.
Nenhum regulador brasileiro publica um índice de sinistralidade do seguro viagem isolado, uma comissão por canal, ou uma taxa real de adesão; as estimativas de tamanho de mercado divergem entre casas de pesquisa. Esse detalhe privado, o preço de fato pago por canal, a comissão, a conversão, é exatamente o que a HelloSafe mede. Seu motor de cotação compara, para o mesmo viajante, o preço de uma cobertura pelo canal que a vende; sua plataforma Atlas observa a conversão e a comissão reais por família de ator. Edição após edição, mercado por mercado, o relatório vai tornar público o que a distribuição guarda para si.
No Brasil, o seguro viagem ainda gira em torno do atendimento médico e da assistência de emergência, mas a distribuição já mudou: hoje ele é vendido pelas agências online, pelos bancos e pelos comparadores, com o corretor como espinha dorsal regulada. Mapear quem distribui, quem carrega o risco, e para onde vai de fato cada real do prêmio é como o mercado vende melhor, e de forma mais justa.
O Relatório do Mercado de Seguro Viagem é uma publicação anual da HelloSafe. A edição 2026 abre com o Brasil e o posiciona entre os maiores mercados do mundo; as próximas edições vão aprofundar cada mercado e refinar as medidas de preço, adesão, comissão e economia de sinistros.
A metodologia completa, as fontes primárias e os níveis de confiabilidade estão disponíveis mediante solicitação à equipe de imprensa.
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Sobre a HelloSafe
A HelloSafe é um marketplace independente de seguro viagem. Comparamos planos de seguradoras e assistências que operam no Brasil e permitimos que agentes de viagem (agências, criadores de conteúdo, plataformas e fintechs) ofereçam seguro viagem aos seus clientes, sem precisar de licença de corretor de seguros. Reprodução livre deste texto de apresentação em suas matérias.
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